Trabalho remoto e contratados motivados

junho 17, 2008 at 3:02 pm Deixe um comentário

Como estou sempre lendo atualmente vários blogs e sites que tratam de assuntos do meu interesse profissional, sempre passo pelo Carreira Solo e vi uma matéria que me interessou muito e que indiquei para vários conhecidos meus com interesses em comum. Ela se trata de uma entrevista com o Pedro Superti da Dynamo.

O ponto central do assunto são soluções para exercer o trabalho remoto e no decorrer do papo destaquei algumas partes que achei muito bem colocadas, algumas que até não se aplicam só para as os que trabalham remotamente, mas sim para um tradicional ambiente de trabalho que tende a pensar que somos máquinas escravas de dinheiro(muitas vezes por pouco dinheiro, diga-se de passagem)

“…Quando você tem um ambiente de trabalho tradicional, acho que o “80/20″ é uma boa estratégia para fazer as pessoas se sentirem mais a vontade para criar e conseqüentemente, compartilhar com você em primeira mão idéias e projetos em que estejam trabalhando.

O meu grande problema com esse tipo de “divisão” do tempo é que ele só reforça a idéia de que você, profissional, está trocando horas por reais. E isso é algo que com o qual eu nunca concordei. Você não trabalha para alguém – você trabalha para você mesmo, mas com outras pessoas e um objetivo em comum.

Se você não concorda com o objetivo do grupo ou empresa, procure outro objetivo com qual você se identifique.

Nós vivemos em um época na qual quem não produz ou agrega valor de alguma forma, não progride e ponto final. Por exemplo, você realmente acredita que alguém olhando para o relógio e pensando “falta só 20 minutos para eu ir embora” vai produzir algo de valor? Não tem como.

É justamente esta mentalidade que leva o dono da empresa a falar: “Precisamos dar um jeito de bloquear MSN, Orkut e email na nossa rede. Ai sim, tenho certeza que com essa medida super inteligente da minha parte, a produtividade de meus funcionários vai subir 200%”.

Por favor! Se a maioria de sua equipe está fazendo isso, é porque eles sentem que não estão criando o valor (criativo ou braçal) que eles acreditam ter o potencial de criar ou agregar. E encontrar o perfil certo para o trabalho certo é responsabilidade da empresa, não do profissional.

E quando você trabalha com pessoas que compartilham dos mesmo valores e objetivos que você, que são ótimos profissionais e seus amigos, em um ambiente que respeita a sua capacidade de criação deste valor, aí é outra história. Porque você levaria a sua nova idéia de produto, serviço ou projeto para outro lugar?”

Bom, a matéria na íntegra está Aqui

Espero que leiam, formem suas opiniões e que expressem aqui. Abraço!

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Pequenos profissionais em pequenas cidades

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