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Trabalho remoto e contratados motivados

Como estou sempre lendo atualmente vários blogs e sites que tratam de assuntos do meu interesse profissional, sempre passo pelo Carreira Solo e vi uma matéria que me interessou muito e que indiquei para vários conhecidos meus com interesses em comum. Ela se trata de uma entrevista com o Pedro Superti da Dynamo.

O ponto central do assunto são soluções para exercer o trabalho remoto e no decorrer do papo destaquei algumas partes que achei muito bem colocadas, algumas que até não se aplicam só para as os que trabalham remotamente, mas sim para um tradicional ambiente de trabalho que tende a pensar que somos máquinas escravas de dinheiro(muitas vezes por pouco dinheiro, diga-se de passagem)

“…Quando você tem um ambiente de trabalho tradicional, acho que o “80/20″ é uma boa estratégia para fazer as pessoas se sentirem mais a vontade para criar e conseqüentemente, compartilhar com você em primeira mão idéias e projetos em que estejam trabalhando.

O meu grande problema com esse tipo de “divisão” do tempo é que ele só reforça a idéia de que você, profissional, está trocando horas por reais. E isso é algo que com o qual eu nunca concordei. Você não trabalha para alguém – você trabalha para você mesmo, mas com outras pessoas e um objetivo em comum.

Se você não concorda com o objetivo do grupo ou empresa, procure outro objetivo com qual você se identifique.

Nós vivemos em um época na qual quem não produz ou agrega valor de alguma forma, não progride e ponto final. Por exemplo, você realmente acredita que alguém olhando para o relógio e pensando “falta só 20 minutos para eu ir embora” vai produzir algo de valor? Não tem como.

É justamente esta mentalidade que leva o dono da empresa a falar: “Precisamos dar um jeito de bloquear MSN, Orkut e email na nossa rede. Ai sim, tenho certeza que com essa medida super inteligente da minha parte, a produtividade de meus funcionários vai subir 200%”.

Por favor! Se a maioria de sua equipe está fazendo isso, é porque eles sentem que não estão criando o valor (criativo ou braçal) que eles acreditam ter o potencial de criar ou agregar. E encontrar o perfil certo para o trabalho certo é responsabilidade da empresa, não do profissional.

E quando você trabalha com pessoas que compartilham dos mesmo valores e objetivos que você, que são ótimos profissionais e seus amigos, em um ambiente que respeita a sua capacidade de criação deste valor, aí é outra história. Porque você levaria a sua nova idéia de produto, serviço ou projeto para outro lugar?”

Bom, a matéria na íntegra está Aqui

Espero que leiam, formem suas opiniões e que expressem aqui. Abraço!

junho 17, 2008 at 3:02 pm Deixe um comentário

Pequenos profissionais em pequenas cidades

Hoje passei por uma situação que me deixou com mais certeza de uma coisa: Os pequenos profissionais que são renomados em uma cidade pequena que quase não tem um mercado amplo para concorrentes, crêem que são ótimos profissionais e que os prestadores de serviços são os clientes. Eu não me equivoquei quando escrevi “prestadores de serviços são os clientes”.

O cara presta um serviço e é um dos poucos que fazem aquela atividade, logo é claro ele sabe que a concorrência é mínima e que conforme as pessoas vão tomando conciência de que precisam daquela atividade ou produto ou serviço elas irão, em sua maioria, procurá-lo. Quando vai receber o cliente para a primeira negociação, é puro sorriso, muita simpatia, que se intensifica mais quando o primeiro contrato é assinado. A promessa é que o “produto” comprado te levará até o Jardim do Éden. No entanto o tempo vai passando e dúvidas e necessidades de implementações chegam.

O mesmo que fechou seu primeiro contrato, que vendeu sua caixa de maravilhas agora tem outros clientes e planos maiores e você seria somente quem iria comprar o lanche da tarde por algumas semanas. Mas mesmo assim ele te responde meia dúzia de dúvidas e te passa um orçamento para uma melhora do seu produto anterior. No entanto há estradas, internet, telefonia, enfim, uma série de meios de se comunicar com o mundo mais evoluido(?) lá fora e você acaba conhecendo profissionais com P maiúsculo que fazem o mesmo ou mais que o “grande” profissional da sua cidade faz e com um preço mais acessível. Se você apresenta isso para o seu já prestador de serviço ele usará artifícios cretinos para comparar o serviço dele com o concorrente distante que ele possui. E daí começa a te tratar com indiferença, como se você fosse um felizardo por ter usufruido de seus serviços e caso trocasse de profissional seria a pessoa mais burra do Sistema Solar.

Pois bem, junto com o pequeno cliente, se vai o grande e o médio, mais cedo ou mais tarde. A não ser que haja uma bajulação forte ou coisa estúpida do tipo que termina de desvalorizar não só o profissional mas também a pessoa.

Não só esse tipo de problema ocorre como também um simples atendimento de loja de roupa se torna uma ação exaustiva e desconfortável, quando algum atendente mal olha para o futuro comprador para dizer um preço de um par de meias.

Bom, não sei se em todo canto é assim, ou se há isso em algumas partes de cidades grandes também(deve haver), mas fiquem a vontade para expor, caso já tenha tido alguma experiência desagradável deste tipo ou tem algo a acrescentar ou simplesmente discordar :D.

junho 17, 2008 at 2:25 am 2 comentários

Evolução dos Logos de TI

Achei um artigo muito interessante no site IDG NOW! direcionado à tecnologia, sobre a evolução de logos das empresas e softwares que estamos sempre ligados, mesmo que indiretamente em nosso cotidiano.

Clique aqui para ler o artigo. Reparem na pouca porém diferença entre a penúltima e atual logo do Firefox e também nas logos que antes eram desenhos mesclados com texto ou as fontes era muito desenhadas, optaram por tornar a imagem mais limpa, com mais precisão(seja a fonte do texto ou a imagem), como as coisas devem ser nos dias de hoje, exigir um efeito imediato, de fácil assimilação.

Para quem está para criar um logo e ainda está tentando se inspirar olhando variados exemplos, imagens sortidas, seria legal dar ênfase nessa questão evolutiva dos já existentes!

junho 15, 2008 at 2:40 am 1 comentário


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